Quem somos


Era um miúdo quando peguei – pela primeira vez – numa máquina fotográfica com a intenção de aprender. Na altura fazia parte do clube de fotografia da escola. Sonhei com o cinema, acabei por seguir Informática e Criminologia, desenharam-se projetos, construí uma família.

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As mãos foram crescendo e as máquinas que iam segurando também, cresceram no que me permitiam fazer com elas, desfiando-me para tirar delas o melhor proveito.  Cresceram as perspectivas, as técnicas e, sobretudo, a vontade de criar.
Passei a fazer da fotografia o meu dia-a-dia, a minha esposa e filha terão sido motivo, alvo e inspiração deste meu caminho.

Hoje posso dizer que a fotografia não é apenas a minha profissão, faz parte do meu modo de viver, marcando presença nos meus tempos e projetos pessoais,  como o registo da minha própria família em viagem – os seis meses passados no continente asiático são disto o melhor exemplo (poderão conhecê-lo através do Blog Menina Mundo). Sou um privilegiado, pela vida que tenho, pelas pessoas que compõem a minha vida e, também, por fazer de uma paixão: profissão.

 

O que fazemos

Quantas fotografias nos contam? Quantas nos dizem realmente?

É assim que penso quando fotografo. Quando os meus clientes estiverem a ver e rever as imagens que criei, uns bons anos depois, quero proporcionar-lhes uma viagem de regresso àquele dia, quero que sejam revisitados pelas mesmas emoções, sejam estas as do seu dia de casamento; da gravidez ou do momento em que passaram a ser família, uma vez, e outra.

O meu trabalho faz-se desta ligação das pessoas às suas emoções.

É a fotografia que deve estar ao serviço das pessoas e não o contrário. É com elas que fotografo, são elas que compõem as minhas imagens, por isso é por elas que começo. A construção de uma relação de confiança com os meus clientes é a primeira fase do meu trabalho. Esta é, porventura, a fase mais importante. Não é possível captar emoções genuínas quando o fotógrafo é um elemento estranho e acredito que quanto mais à vontade todos estiverem, menos a minha presença será notada. Ganhará o momento, a fotografia, eu próprio e, claro, o cliente.

Procuro um registo histórico-emotivo, os sentidos alerta, a atenção a cada pormenor, a cada expressão, o domínio da componente técnica e a experiência, permitem-me antecipar os próximos passos para poder guardar, em imagens, momentos irrepetíveis.